Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007

De Harry Potter à espera

A chegada a Portugal de Harry Potter e os Talismãs da Morte, o sétimo e último livro da saga "potteriana" finalmente traduzido para português, fecha hoje um capítulo único na história da literatura mundial. Tudo acontece logo à meia-noite, a hora mágica em que os fãs correm às livrarias - abertas fora de horas por todo o País -, tiram o livro de 608 páginas das prateleiras e ficam a saber quem mata, quem morre e quem tem direito ao final feliz. Depois do lançamento do original em inglês, era esta a versão que ainda faltava para o aprendiz de feiticeiro alcançar a perfeição do conceito "fenómeno literário" que arrasta multidões.

"Como acontece com a maior parte dos livros que encerram uma colecção, a curiosidade em descortinar o final de uma história concentra-se no derradeiro volume", confirma o director de Marketing da Presença, Francisco Pinto Espadinha, avançando um cenário de "dez mil exemplares vendidos" logo nas primeiras 24 horas. Durante dez anos, J.K. Rowling lançou a obra que somou mais de 325 milhões de livros em todo o mundo e alimentou o frenesim da "pottermania". Hoje à noite, a Editorial Presença prepara-se para revelar, definitivamente, aquele que será o título "mais emblemático da história", considerado já a principal aposta da editora até 2008 por ser o último e em português.

A 21 de Julho, data do lançamento mundial, foram milhares os leitores que mergulharam de cabeça na euforia colectiva e invadiram as livrarias em festa. Os portugueses não se conformavam com a espera de quatro meses pela tradução, quiseram avançar na linha da frente juntamente com os outros e, com mais ou menos dificuldades, dispuseram-se a testar o seu inglês nas edições originais do último título de Rowling, Harry Potter and the Deathly Hallows.

"Comprei-o na Fnac do Colombo naquela mesma noite e devorei-o em quatro dias com a ajuda do dicionário", conta Mariana Pires, de 17 anos. "Fartei-me de chorar quando ouvi dizer que o Harry ia morrer… e depois voltei a chorar, pelo modo como as coisas acabaram", acrescenta Joana Mendonça, de 20 anos e adepta confessa dos ambientes mágicos de Hogwarts. Mas nem assim se estraga o grande momento que é a saída da versão portuguesa, à meia-noite de hoje. As horas que passam são insuficientes para conter expectativas e emoções.

"Já li o livro em inglês porque morria de curiosidade, mas vou comprar os Talismãs da Morte para não correr o risco de perder nada", assevera Cátia Almeida, de 15 anos e uma primeira leitura feita com a ajuda da mãe. Carolina, a prima três anos mais velha, concorda: "É sempre diferente ler em português, por ser a nossa língua. E neste caso será quase como descobrir a história de novo, tal é o nervoso miudinho que sinto por saber que falta tão pouco para ter este livro nas mãos."

O jovem aprendiz de feiticeiro tem agora 17 anos, perdeu o encantamento de protecção que a mãe lhe lançou na noite em que foi morta e tem pela frente a pior das batalhas da sua ainda curta existência: encontrar os Horcruxes de Voldemort e destruir aqueles objectos negros carregados da alma do inimigo. Os perigos são os maiores de sempre, a batalha final de vida ou morte. Só mesmo a amizade incondicional de Harry, Ron e Hermione será capaz de garantir o happy ending desta aventura ímpar que, segundo a Presença, já vendeu mais de 325 milhões de exemplares no mundo, mais de 1,3 milhões de livros em Portugal, foi adaptada das letras para cinema e videojogos e fez da autora a primeira pessoa a figurar na galeria dos multimilionários britânicos através da escrita, com uma fortuna avaliada este ano em 545 milhões de libras (o equivalente a cerca de 782,68 milhões de euros).

"O lançamento deste Harry Potter e os Talismãs da Morte é, sem dúvida, o momento mais aguardado do ano", sublinha Paulo Gonçalves, da Porto Editora, falando com base nos números já alcançados pela livraria virtual do grupo, a Webboom.pt. "De 1 de Outubro até hoje vendemos cerca de 4000 exemplares." E com o aproximar da meia-noite "é certo que as vendas vão acelerar e ultrapassar os 5000 livros", lança ainda o responsável do gabinete de comunicação, confiante na "enorme expectativa" despertada: "O facto de ser o livro que marca o fim das aventuras dá-lhe um élan muito especial."

Para já, a fasquia de referência para Os Talismãs da Morte são as vendas de Harry Potter and the Deathly Hallows no Reino Unido e EUA, respectivamente de 2,7 e 8,3 milhões de exemplares. O feiticeiro inseguro cresceu, Rowling diz não querer relançar a história, o enredo fecha-se a partir daqui. Mas ainda há lugar para a magia.
Fonte: http://dn.sapo.pt/2007/11/15/centrais/de_harry_potter_a_espera.html

publicado por misterius_girl às 22:32
link do post | comentar | favorito

»link me

»mais sobre mim


» ver perfil

» seguir perfil

. 17 seguidores

»pesquisar

 

»Janeiro 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


»Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

»posts recentes

» Ordem da fénix é o filme ...

» Daniel Radcliffe doou seu...

» PD Prizes - HP Rocks nome...

» Uma boa e uma má notícia ...

» Rowling emociona-se ao re...

» Emma queixa-se de não con...

» Emma actualiza o seu site

» Lucius Malfoy é a 15ª per...

» Resultados da sondagem: "...

» Oscar divulga candidatos ...

»arquivos

» Janeiro 2008

» Dezembro 2007

» Novembro 2007

» Outubro 2007

» Setembro 2007

» Agosto 2007

» Julho 2007

» Maio 2007

» Abril 2007

»tags

» todas as tags

»Ficha técnica

»participar

» Queres fazer parte deste blog? Clica aqui.

»Contacto

Para entrar em contacto comigo adiciona/envia um e-mail para hprocks_@hotmail.com

»visitantes

web site hit counters
Charter High Speed Internet

»TopSites

Potterish Top Sites Profeta TopSites

»Parceiros

PotterNews a tua dose diária de Harry Potter!

»subscrever feeds