Segunda-feira, 23 de Julho de 2007

Lançamento 'explosivo' do último livro de Harry Potter

Uma bomba foi desactivada na noite de sexta para sábado numa viatura junto de um centro comercial de Carachi, onde se apinhava uma multidão para adquirir o último livro da série «Harry Potter»

Depois de um telefonema anónimo, «a polícia fez fracassar um atentado com viatura armadilhada» no parque de estacionamento de um dos maiores centros comerciais da capital económica do Paquistão, disse à AFP o chefe da polícia judiciária da cidade, Manzoor Mughal.

Mughal informou que uma bomba de 10 quilos, cuja natureza não precisou, estava dissimulada no interior de uma automóvel roubado.

«É muito provável que a sua colocação esteja ligada ao lançamento do livro e teria matado muitas pessoas se a bomba tivesse rebentado» , disse.

Os grossos romances em torno da figura de Harry Potter são motivo de muitos estudos sobre a sua popularidade junto de uma juventude mundial cada vez menos inclinada à leitura de livros.

O sétimo livro da série Harry Potter atingiu instantaneamente, à meia-noite inglesa, o primeiro e o segundo lugar de vendas (versão infantil e versão adultos, respectivamente), na maior distribuidora mundial de livros, Amazon.com.

Para tal, bastou activar os mais de 2,2 milhões de ordens de compra de que estavam registadas há dias naquela distribuidora.

Harry Potter and the Deathly Hallows, de Joanne K. Rowling, conseguiu, literalmente num instante, vender mais exemplares do que qualquer outro título disponível ao longo de anos na Amazon britânica.

Em todo o mundo, Portugal incluído, à meia-noite local, o livro começou a ser vendido, nas versões infantil e adulta e áudio, gerando uma afluência festiva de jovens, muitos deles trajados ao estilo dos jovens feiticeiros que figuram nos romances de Joanne K. Rowling.

Portugal não fugiu à regra, nomeadamente nas lojas FNAC, que reabriram à meia-noite, tendo logo ficado congestionado o ‘call center’.

Já os seguidores japoneses da saga de Harry Potter parecem ter decidido esperar pela tradução do sétimo livro da série. A livraria Maruzen, no bairro central de Marunouchi, em Tóquio, que contratou um apresentador norte-americano para o lançamento, viu, decepcionada, uma afluência de apenas 20 pessoas para adquirirem versão original inglesa. Em Osaka foi pior. Apenas duas pessoas apareceram a comprar o livro.

Segundo a agência japonesa Kyodo, os leitores nipónicos vão ter de aguardar entre 10 a 12 meses para lerem a tradução do livro de Joanne K. Rowling.

 

Fonte: http://sol.sapo.pt/

sinto-me: não imaginava uma cena dessas!

publicado por misterius_girl às 20:44
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